Estudando/morando em Londres

Ok, esse post demorou mas chegou.

Desde a primeira vez que mencionei que faria uma graduação aqui em Londres passei a receber vários e-mails de pessoas de todos os cantos do Brasil, com várias dúvidas sobre esse processo que enfrentei para entrar em uma universidade aqui na Inglaterra. As dúvidas eram sempre as mesmas: com agência ou particular? Processo rápido ou demorado? Fácil ou difícil? IELTS ou TOEFL? Caro ou igual a todos? Acomodação estudantil ou alugar flat? Como aplicar? Qual a documentação necessária? Qual visto tirar? E por aí vai….

Com esse post pretendo esclarecer todas essas dúvidas de uma vez por todas, mas vale lembrar que o processo que eu precisei passar pode ser diferente do seu, caso a universidade que você pretende aplicar não seja a mesma que a minha, obviamente. Vou tentar responder de acordo com as perguntas mais frequentes e da forma mais simples possível, então vamos lá.

Com agência ou particular?

Gente, o MEU processo foi todo particular. Sim, resolvi tudo sozinha desde a aplicação pra universidade à toda a troca da documentação estudantil e financeira com ela, MAS na última etapa desse processo (que eu vou explicar com mais detalhes no final desse post) eu escolhi contratar o serviço de uma agência especializada em VISTOS. Todo aluno internacional que pretende estudar no Reino Unido precisa tirar o visto de estudante e infelizmente, essa pode ser a parte mais chatinha de todo o processo.

Enfim, dessa vez escolhi enfrentar esse processo sozinha, mas ano retrasado, quando vim fazer outros cursos em Londres, eu optei pelo serviço de uma agência e isso facilitou muito a minha vida na época. Portanto, mesmo tendo conseguido resolver tudo by myself dessa vez, eu indico pedir a ajuda de uma agência especializada nisso. Pra quem mora em Fortaleza, eu indico a agência Experimento, especializada em intercâmbio cultural. Foram eles que me ajudaram no meu primeiro intercâmbio pra Londres e até hoje tenho um carinho enorme por eles, salvaram a minha vida várias vezes.

Como aplicar para a universidade

Como já falei antes, o processo explicado aqui é o que eu precisei passar para entrar na UAL, ou seja: se você pretende entrar em outra universidade, o processo pode ser diferente.

1º passo: ter certeza de qual curso você quer fazer.

2º passo: curso escolhido, então é hora de aplicar, mas antes de fazer isso você precisa ter certeza de que você tem todos os documentos exigidos pela universidade. Se você não tem passaporte/cidadania européia como eu, você se enquadra nos pré-requisitos para estudante internacional, então a documentação que você precisa ter em mãos é:

  • International application form, ou seja, para aplicar para University of the Arts, mas precisamente para LCC é esse documento aqui, todo preenchido em inglês.
  • Seu personal statement, que é o documento que mais vai influenciar a universidade em te aceitar ou não caso você esteja escolhendo um curso mais concorrido, ou seja, esse documento tem que ser perfeito.

Mas o que é personal statement? O personal statement é a carta em que você escreve se apresentando para o comitê de admissão da universidade. Nessa carta você basicamente tem que provar pro comitê por-que-diabos você tem que ser admitido por ele. Ou seja, você tem que “se vender” fazendo uma grande autopromoção. A instituição está interessada em saber por que você merece ser admitido por eles, então por que você escolheu se inscrever nesta universidade? De que forma a instituição pode atender aos seus objetivos acadêmicos e profissionais? O que você tem a contribuir com o corpo estudantil? Quais são os planos para o seu futuro? Todas essas coisas. Esse personal statement tem que ser sincero e refletir quem você é. É comum também listar experiências prévias, atividades extracurriculares e trabalhos voluntários, por exemplo, que possam confirmar o seu interesse pela área de estudo a qual você está se candidatando. Por essa carta, o comitê irá avaliar a sua escrita em inglês, o conhecimento da gramática, o poder de argumentação e persuasão, a capacidade de autopromoção e principalmente, o interesse do candidato.

  • Documentos de histórico escolar (1 cópia original autenticada + tradução oficial da cópia original), ou seja, você vai pedir uma cópia autenticada do seu histórico escolar para a instituição que você estudou e depois vai levar essa cópia a um tradutor oficial, para que ele possa traduzir esse documento para o inglês. A melhor forma de encontrar um tradutor oficial na sua cidade é procurando online. Para quem quiser o contato do tradutor oficial de Fortaleza que eu usei, é só me pedir nos comentários ou por e-mail. É sempre bom pedir 2 ou mais cópias desses dois documentos.
  • Cópia autenticada do seu certificado de idioma inglês, ou seja, uma cópia autenticada do seu certificado IELTS, que é o documento que prova sua fluência no inglês. A nota mínima indicada para entrar numa universidade aqui geralmente varia mais entre 5,0 e 6,0. Para entrar na University of the Arts, a nota mínima exigida é 6,5. Caso você não tenha um, é bom agendar a prova na sua cidade o quanto antes, pois esse documento geralmente leva alguns meses para ficar pronto.

    IELTS ou TOEFL? Se você pretende vir estudar especificamente no Reino Unido, o mais indicado é ter IELTS. Pouquíssimas universidades aqui ainda aceitam TOEFL.

  • Duas cartas de recomendação, que podem ser de professores, pessoas do ramo que você quer estudar que lhe conheçam, profissionais com que você já tenha trabalhado… Por aí vai. Essas cartas terão que ser assinadas e também levadas a um tradutor oficial para que ele possa fazer a tradução para o inglês.
  • Cópia autenticada do seu passaporte. Atenção: a data de validade do passaporte tem que ser maior que a duração do seu curso. Ou seja, se seu passaporte está perto de expirar, é melhor renovar antes de começar todo esse processo de aplicação, pois a renovação pode sempre levar mais tempo que o esperado.
  • Portfólio, caso você tenha um. Não é obrigatório, mas se você já tiver um, eles indicam que você o envie junto com os documentos obrigatórios.

3º passo: Aplicar para o seu curso. Para a University of the Arts of London, você tem que enviar sua aplicação para o escritório de admissão internacional da faculdade (1 das 6 que ela oferece) que você escolheu. Você vai encontrar esse endereço no site da faculdade escolhida. Para cursos escolhidos na London College of Communication, a aplicação deve ser enviada para: internationaldocs@lcc.arts.ac.uk. Eles em seguida confirmarão se receberam sua aplicação e avisarão que irão avaliar.

4º passo: Esperar. Eles vão receber sua aplicação, avaliar e tomar uma decisão. Esse processo pode levar até 4 semanas.

Último passo: Após eles avaliarem sua aplicação, eles vão te ligar ou enviar um e-mail dando a grande notícia se você foi aceito ou não pela universidade. Se você for aceito, eles vão te enviar uma “offer”, que é como se fosse a oferta de uma vaga na universidade, que você vai aceitar se ainda quiser entrar nela. Depois que você aceitar essa oferta, eles vão te enviar o chamado CAS Number, que é como se fosse um número de série que você vai precisar usar para aplicar para o seu visto Tier4, que é o que te permite a estudar aqui na Inglaterra por mais de 1 ano. Após aplicar para o visto, você precisará fazer uma entrevista presencial no consulado britânico no brasil, que pode ser em São Paulo, Salvador ou no Rio. Você escolherá a data. Se você quiser que seu visto seja processado mais rápido, indico marcar a entrevista no consulado no Rio de Janeiro.

O que eu fiz: quando a universidade me enviou o CAS Number para eu aplicar para o visto Tier4, eu contratei uma agência especializada em vistos, pois o processo pode ser muito complicado e qualquer errinho pode ser fatal. Isso é, qualquer passo errado eles podem negar seu visto. Eles são muito rigorosos e por isso não arrisquei resolver essa parte toda sozinha. Eu indico fazer o mesmo. Para quem quiser saber qual agência eu contratei, é só pedir nos comentários. Enfim, depois que você aplicar para o visto, depois que você fizer a entrevista no consulado, depois que você souber se seu visto foi aceito, você entrará em contato com a universidade de novo para confirmar que você está “legalizada” para estudar fora.

Detalhe: durante o processo de aplicação para o visto, serão necessários alguns documentos, como: documentação financeira, que é uma carta do seu banco com dados de alguma conta bancária sua provando que você tem condições de se bancar no Reino Unido por 1 ano (preço da acomodação por 1 ano + valor da anuidade da universidade + mesada somada por 1 ano, tudo transformado de libras para real). Mais um detalhe: nessa conta bancária, esse valor tem que estar imóvel por 90 dias. Ou seja, você não pode ter tirado dinheiro dessa conta por 90 dias, só adicionado. Isso deve ser comprovado na carta fornecida pelo seu banco.

Depois de tudo isso resolvido, visto aprovado, matrícula feita com a universidade, é hora de comprar as passagens, resolver onde você vai morar e tcharam: partir para Londão!

Para mais detalhes sobre todo esse processo, é só pedir nos comentários.

Morar em acomodação estudantil ou alugar um flat?

Morar em acomodação estudantil tem duas vantagens: 1) mais barato. 2) você faz muitas amizades. Desvantagens: 1) morar com um milhão de pessoas as vezes não é legal. 2) bagunça. 3) espaço (geralmente os quartos são do tamanho de um banheiro e os banheiros são do tamanho de um guarda-roupa). 4) regras. Regras aqui são levadas a sério. Algumas acomodações podem ser muito restritas ao que você pode fazer nela (desde festas, ao pôster da sua banda favorita que você pretendia colocar na parede) e são geralmente (lê-se: quase sempre) bem chatinhas quando o assunto é “receber visitas”.

Alugar flat: dependendo da localização do flat, pode ser que saia mais caro ou mais barato. Isso é relativo e vai depender das suas preferências. Vantagem: você pode fazer o que você bem quiser nele: festas, sleepovers, receber família nas férias, pendurar pôsters na casa inteira, acender velas, ouvir música no volume máximo, usar o aspirador depois da meia noite… Qualquer coisa. Detalhe especial: em alguns flats você até criar algum bichinho de estimação (meu sonho que no meu eu também pudesse). Desvantagens: desconheço.

Eu indico: passar pela experiência de morar com outros estudantes numa acomodação estudantil (você pode aprender muitas coisas com isso) e depois procurar um flat para alugar. A maioria das pessoas aqui moram em acomodações no primeiro ano do curso mas depois alugam um flat com os melhores amigos para ficar durante os dois últimos anos de universidade. O que é mais uma vantagem: eles dividem as despesas e as vezes o mais caro acaba saindo mais barato.

Onde encontrar / Como escolher a acomodação

As acomodações estudantis são indicadas pela sua universidade. Se você prefere alugar um flat, você pode visitar imobiliárias aqui ou procurar online. Próxima semana faço um post (pq esse já tá muito longo) só explicando com mais detalhes como eu encontrei o meu, especialmente para as pessoas que vivem me perguntando isso.

Viver em Londres: caro ou barato?

Gente, isso é muito relativo. Isso depende de onde você vai querer estudar, quanto você pretende gastar por mês, onde você quer morar, qual zona… Todos esses fatores influenciam. Se for pra dar uma resposta mais direta: caro com certeza, considerando que a libra tá valendo ouro hoje em dia, né. E um detalhe: ser estudante internacional aqui tem suas desvantagens: enquanto estudantes de nacionalidade europeia podem pagar o valor anual da universidade parcelado em até 3 vezes durante o ano, nós meros mortais (brasileiros) temos que pagar o nosso anual (que ainda é mais caro que o de estudantes europeus) todo de uma vez só, tudo antes do início do curso e isso, meus caros, dói.

Idioma inglês

Muita gente me perguntou se é obrigatório ter o inglês fluente para ingressar em uma universidade em Londres, a resposta é sim. Se você quer fazer uma graduação em Londres, você precisa ter feito o teste de proficiência IELTS antes e ter passado nele com pelo menos 5,0, como eu mencionei lá em cima. Mas atenção, isso muda de acordo com o tipo de curso que você quer fazer. Se você pretende fazer só cursos curtos, eles não pedem comprovação de fluência em inglês.

Gente, até agora essas foram as perguntas que mais recebi. Tentei deixar tudo respondido aqui da forma mais simples possível. Espero que tenha ajudado e esclarecido algumas dúvidas de vocês. Se você tem mais alguma dúvida, é só enviar por e-mail (thaisct@hotmail.com) ou deixar aqui nos comentários que eu respondo. Próxima semana faço um post com mais calma sobre como eu encontrei meu apartamento aqui em Londres, pq se eu fosse explicar aqui também esse post ficaria mais gigante do que já está. 🙂

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Platform 9¾

foto (3) Mexendo no rolo da câmera do celular encontrei algumas fotos que tirei na Plataforma 9¾ e que eu já tinha postado no Instagram algumas vezes. Desde que postei, alguns amigos que estavam indo a Londres (e gente que já estava por lá) me perguntaram onde era a tal passagem para Hogwarts, então decidi deixar aqui a dica de onde fica a estação pra quem recebeu a carta. Vou deixar também algumas fotos da Harry Potter Shop que tem nela e que deixa qualquer um louco.

King's Cross station

King’s Cross station

Bom, pra quem não sabe (o que eu acho muito difícil), Inglaterra é casa da autora J.K. Rowling, então tudo sobre os livros e filmes de Harry Potter vocês vão encontrar lá, da Plataforma que vou mostrar aqui, ao Harry Potter Studio da Warner Bros. em Leavesden, mais ou menos a 1 hora de Londres indo de trem. Não tive a oportunidade de ir até lá ainda, mas assim que tiver, haverá um post sobre a visita aqui. Enfim, ao que interessa: a passagem para Hogwarts em Londres (pra quem não prestou atenção aos livros/filmes) fica na estação de metrô/trem King’s Cross, a estação mais conhecida (e linda) da capital britânica. Então pra quem quiser ir tirar umas fotinhas com o carrinho e a gaiola da Edwiges é só procurar a plataforma que fica em frete ao Nero café. Lá você provavelmente irá encontrar uma fila pra tirar foto e dois caras trabalhando, um para tirar uma foto “oficial” que você recolhe depois na loja por algumas libras, e um cara pra te emprestar o óculos do Harry e o cachecol da Grifinória (ou das outras casas) pra você se enfeitar pra tirar a foto haha. Aqui ficam algumas fotos: Cópia de 3 2 6 Além da plataforma, abriu recentemente a loja oficial do Harry Potter, logo ao lado de onde você tira a foto com o carrinho, só que um pouquinho escondida, à esquerda. A loja é um paraíso pra quem gosta, tem de tudo: varinhas, roupas, cachecóis, canecas, tickets para Hogwarts, livros, pôsters, enciclopédias, chaveiros, lápis, sacolas, tudo que der pra imaginar, tudo oficial! Até hoje me arrependo por não ter comprado algumas coisas pra mim, só presente pra mana 😦 Aqui ficam as fotos pra quem não foi ainda babar e colocar na lista dos afazeres de viagem! 1 dsc00927Cópia de 4 dsc00912 dsc00957 dsc00948 platform-landscape dsc00915 33 dsc00943 32 dsc00926 dsc00920 platform-landscape platform-landscape3 dsc00940 28   é isso! 🙂

Pra quem quiser saber mais sobre o Harry Potter Studios que eu mencionei no começo: http://www.wbstudiotour.co.uk/

Fotos: algumas do meu IG, algumas da minha câmera e algumas do Souvenir Finder!

Londres, intercâmbios, dúvidas, fotos e ask.fm!

Mais de um mês que não posto aqui, mas hoje finalmente resolvi tirar um peso da consciência.
Não de não postar, claro, já que não vejo isso como uma obrigação, mas sim de responder e talvez esclarecer as dúvidas de muita gente que tem vindo falar comigo sobre viagens, morar fora, Londres, intercâmbios e essas coisas. E eu entendo todas elas, já que foram as mesmas dúvidas que eu tive quando decidi que queria passar um tempo morando e estudando fora do Brasil. A diferença é que na época que bati o martelo que era Londres o lugar que eu queria, eu não tinha ninguém pra perguntar como era essa experiência, mas foi aí que eu encontrei a agência com uma equipe perfeita pra me ajudar em tudo que eu precisava. Não esperei por ninguém, simplesmente fui atrás e consegui tudo que eu queria.

Depois de ter me mudado pra cá, notei que despertei a curiosidade e interesse de muita gente que tem a mesma vontade que eu tive de vir estudar fora, então rsolvi que de alguma forma queria dar um empurrãozinho em todas elas, pra ajudar a conseguirem o mesmo que eu consegui. Ofereci meu kik (thaiste) e respondi tudo que todos perguntavam sobre essa mudança. Incentivei uns, expliquei a outros e respondi muitos. Fiquei muito feliz quando vi as pessoas agradecendo e algumas até vindo semanas depois pra falar que fecharam um intercâmbio pra vir morar fora do Brasil também. Fiquei feliz e satisfeita por todos eles haha. O único problema foi que as perguntas não pararam, as dúvidas continuavam chegando pelo meu kik e eu notei que acabava respondendo a mesma pergunta umas 30 vezes. Ficou repetitivo e aos poucos (sem notar) eu fui demorando mais e mais pra responder lá. Acho isso de escrever no celular um saco, e acabava copiando e colando as respostas já (que feio né?) e acabei dando mais atenção também a quem vinha falar comigo no Facebook, já que pra mim é mais fácil responder no computador.
Até que, uma leitora me deu a idéia quase que genial de fazer um ask.fm só pra esse tipo de perguntas. Eu recebi a idéia com um pé atrás, já que sempre achei o ask.fm ridículo e que só mostrava o quanto as pessoas não tinham aprendido com o formspring. Quem lembra? virou um lixo e as pessoas se aproveitavam do anonimato oferecido pra falar besteiras pras outras. E outras se aproveitavam pra falar da vida pessoal que não dava pra mostrar em outras redes sociais.
Mas enfim, pensei sobre o assunto. Se é pra perguntarem só sobre viagens, intercâmbios, acomodação, Londres e etc, não vai ter problema pra responder e nem repetição nas dúvidas.
Então: http://ask.fm/thaisteuk

thaisteuk

thaisteuk

Perdoem o “uk” no final do username, também achei tosco, mas é que já tem alguém usando o meu “thaiste” de sempre e sempre 😦 mas até que o uk pode servir também pra lembrar a intenção das perguntas.

Enfim, é isso. Sintam-se livre pra tentar tirar algumas dúvidas. Espero conseguir ajudar (:
Bom final de domingo a todos!

Fotos: todas do meu instagram (@thaiste) e tiradas diretamente do celular. 😀

Sobre Quarta-feira, Camden Town, Quinta-feira e Rain room w/ Mariana

QUARTA-FEIRA 02/01

Esse ano começou todo lindo né? Como já postei aqui antes, minha segunda pra terça foi mais que tranquila, mas terça a tarde foi dia de combinar a Quarta-feira com a Mariana.
Mariana é a minha daquelas histórias de amizade formadas através do Instagram haha. Conheci ela por lá há um booom tempo e sempre amei as fotos dela, e vice-versa. Ela é mexicana e resolveu vir passar o final (e começo) de ano aqui em Londres, então a gente não perdeu a oportunidade de sair juntas pela cidade conversando muito, conhecendo lugares novos lindos e tirando fotos.
O programa da Quarta-feira foi ir a Camden Town (praticamente minha segunda casa) porque estávamos meio indecisas sobre onde ir. Na dúvida, escolhemos Camden por ter um mercado onde poderíamos fazer umas comprinhas, por ter muuuita comida pra matar nossa fome, por ter lugares lindos pra apontar nossas câmeras e por ter ótimos cafés para pararmos e descansarmos um pouco. E como sempre, dito e feito!

Ao chegar lá, aconteceu o que sempre acontece comigo: começou a chover. Não vou dizer que atrapalhou a visita, mas teria sido 50% melhor sem a chuva, já que o mercado é ao ar livre.
Mas mesmo com a chuva, demos a volta pelo mercado enquanto deu tempo e depois fomos atrás de um lugar legalzinho e fechado para almoçarmos. Encontramos o Lock 17, lugar calmo e confortável pra pararmos e comermos nosso burguer de almoço. Deu pra conversar bastante por mais de uma 1 hora e nos prepararmos pra mais uma volta.

Mais algum tempo depois, com o tempo esfriando e o dia virando noite (aqui tá escurecendo depois das 15:30 já), paramos pra um café no Costa mesmo, cafeteria que tem em toda esquina por aqui.
Pegamos uma mesinha coberta na calçada e descansamos um pouco.

O tempo que passamos lá foi o suficiente pra fazer amizade com um cara da mesa ao lado, que gostava de fotografia e tinha em mãos pelo menos 3 câmeras diferentes. Conversamos sobre fotos, câmeras digitais, lomográficas e principalmente sobre a Instax da Mariana, que é perfeita. Um dia com ela e fui convencida que preciso ter essa câmera. É de fato muito divertido isso de tirar uma foto e ter ela em mãos no mesmo minuto. Assim que eu encontrá-la por aqui, comprarei.

Tendo Camden por visto e com o resto do dia (que já era escuro como noite) livre, pensamos em alguns cantos pra ir que tivesse um fácil acesso a volta pra casa. E maaaais uma vezes, fui parar na Oxford street. Ela queria conhecer a Topshop londrina, então pra lá resolvemos ir. A loja ainda tava com algumas sessões half-price e nos renderam algumas comprinhas. 2 blusas pra falar a verdade. Uma camiseta pra mim e uma blusa linda pra ela.

Com a loja ficando cheia demais, hora de mais umas voltas pela Oxford. Encontramos o lugar que já estávamos procurando há algum tempinho, o tal do Ben’s cookies. Um lugar pequeno só pra venda de cookies e de todo tipo que se pode imaginar. Os cookies? perfeitos. Você compra e eles ainda são quentinhos, derretem na boca. Aff, tô escrevendo isso e babando por um agora.
Depois de sentar e comer mais uma vez, fomos a uma Jessops comprar filmes pra eu finalmente testar a minha Diana Mini no outro dia. Depois disso, hora e voltar pra casa e combinarmos o que fazer na quinta-feira! Nos despedimos de mais um dia ótimo e voltamos a nossas respectivas casas.

Chegando em casa, foi hora de colocar o filme na Diana, ver as fotos que renderam durante todo o dia da digital, descansar e dormir logo, pra conseguir acordar cedo e aproveitar mais o dia seguinte. :))

QUINTA-FEIRA 03/01
Queue, Rain room and more pics

O decidido pra Quinta-feira foi visitar o famoso Barbican Centre.
O Barbican centre é um centro de artes aqui em Londres, situado em Barbican state, local que foi destruído por bombardeamentos lá na Segunda guerra mundial. O centro é lindo, completo e um dos maiores da Europa, me apaixonei pelo lugar. O centro pertence, claro, à City of London corporation, nomeada a terceira maior fundação de artes do Reino Unido e é lá onde fica a sala concerto sede da Orquestra sinfônica de Londres! Informações interessantes a parte, fomos visitar o grande centro com o objetivo principal de conhecer o Rain Room. Vou resumir o que isso significa: o Rain room é, como diz o nome, um lugar fechado com chuva. Pera, deixa eu tentar de novo. O quarto chuva fica dentro da sala Curve do Barbican, e é uma experiência “4D” que envolve arte, ciências, tecnologia e até um pouco de psicologia comportamental. Mas acho que vou explicar isso mais lá na frente.

Chegando e conhecendo um pouco do centro de artes, foi hora de ir pra fila de 3 horas de espera pra entrar na sala Curve. 3 horas é muito, mas até que passou rapidinho. Lá tem outra Costa cafeteria, onde compramos nossos lanchinhos pra enfrentar a tal fila. Sentadas esperando, conversamos, comemos, tiramos fotos e rimos das crianças que estavam por lá até chegar nossa vez. Finalmente entramos em grupo na Curve e já conseguíamos ver as pessoas debaixo da chuva fazendo movimentos estranhos, mas mesmo assim sem se molhar.

Vou tentar explicar mais uma vez: os criadores da obra, Florian Ortkrass, Stuart Wood e Hannes Koch queriam dar às pessoas a experiência de consguir controlar o tempo, digo, a chuva. Quem nunca saiu sem guarda-chuva e desejou que pudesse andar na rua sem se molhar ou pudesse controlar um pouquinho o tempo? Bem, acontece comigo all the time. O Rain room é isso, uma sala equipada de muita chuva e várias câmeras 3D sensoriais fixadas (e escondidas) no teto, assim cada pessoa e movimento que entra no espaço de 100m² é reconhecido. Ou seja, eu andei, abri os braços, tirei fotos, tudo debaixo de chuva e não me molhei.

A experiência é muito interessante e não me arrependo de ter esperado 3 horas por ela. Acho que quem vier pra Londres e tiver tempo livre, vale a pena conhecer, ela vai ficar exposta até 3 de março.
Enfim, depois de passar o dia todo na exposição no Barbican, entramos na lojinha oficial e que eu fiquei apaixonada, diga-se de passagem.

A parede de cartões e a prateleira gigante só de livros voltados ao design me ganharam no primeiro minuto. Não tivemos tempo suficiente nela porque a Mariana tinha compromisso as 18:30 e eu tinha que voltar pra casa, mas pretendo voltar lá logo logo e passar mais algumas horas me encantando com tudo que o lugar oferece.
Enfim, é isso! Essas foram minha quarta e quinta-feira! Adorei passar os dias com a Mariana e adoro o fato de que a gente gosta de fazer as mesmas coisas. Esse final de semana nós tínhamos compromissos e não pudemos sair juntar de novo, mas na Sexta-feira também saímos e foi mais um ótimo dia que também tenho um monte pra falar sobre. Amanhã posto sobre a sexta-feira depois que voltar da aula (amanhã volta tudo de novo, adeus férias). 😀

Boa semana pra todo mundo! :*
continuem mandando dicas pelo kik, tô amando! Meu kik é “thaiste” mesmo. Quando me faltar idéias do que postar, vou usar a que vocês tão me dando!

Último dia de 2012, primeiro dia de 2013


Tenho certeza que não sou a única aqui agradecendo por 2012 e torcendo por um 2013 tão bom quanto. Como já falei antes, acho que 2012 foi o melhor ano que já vivi, e se 2013 trouxer as mesmas coisas boas que me aconteceram em 2012, já vai estar perfeito. Tô deixando tudo que não vale a pena levar pros próximos 365 dias nesse ano que passou. Tô trazendo só boas e muito, muito felizes lembranças. Eu não tinha esse post programado, mas em plena calmaria de 1º de janeiro na minha cama, resolvi começar, e assim deixarei um pouco registrado sobre meu último dia de 2012 e meu primeiro dia de 2013 em um só post.

Being honest, esse foi meu fim de ano mais diferente. Eu não tava naquele clima todo que todos mostravam estar. Tava tudo muito calmo por aqui, me senti realmente distante da agitação pré-revéillon que eu tô/tava acostumada a encarar com a minha família na casa de praia. Ah, e pra ser mais diferente ainda, eu não passei as primeiras e longas horas do dia 31 na praia ou sentindo o cheirinho de comida de fim de ano, e nem tomando champagne. Acordei, tomei banho e peguei 45 minutos de estrada pra chegar a um shopping. Blue Water shopping centre fica fora de Londres e resumindo, é enorme e ótimo. Passada a manhã lá, tomado o café da manhã com a minha host-mother e depois de muito andar, entrar e sair de lojas e dar uma conferida nas promoções, chegou a hora de voltar a realidade. Cheguei em casa e dei de cara com minha própria bagunça.
E se tem uma coisa que eu não gosto, é falta de organização no ano novo. Eu já odeio por natureza, mas no último dia do ano pra mim é a pior das sensações. Pode estar tudo bangunçado no Natal, no meu aniversário, em qualquer outro dia, mas as sensação não vai ser tão ruim. Cheguei em casa e só me restou arrumar tudo bonitinho e esperar pelo fim do dia. As horas passaram, o quarto tava limpinho e com tudo em seu devido lugar. Melhor sensação do mundo pra começar um novo ano. Só nos restou esperar pra estourar a champagne enquanto o Big Ben badalava 12 vezes, e quando aconteceu foi indescritível de tão lindo. Sensação de despedida e de mais um novo começo. 2013 will be awesome.

Algumas fotos (não minhas) da virada londrina. Foi de encher os olhos d’água de tão grande/bonito/animado .

Depois de muitos abraços, comemorações e muitas ligações, chegou aquela hora de deitar, agradecer, cruzar os dedos e colocar todos os pensamentos positivos na cabeça pro novo ano haha.
Fechei a noite da melhor forma possível. Com muita Sorte, The O.C., chuvinha, um sorriso no rosto e a melhor calma e cama do mundo.

Sobre 1º de janeiro, também não poderia ter sido um dia mais calmo. Acordar tarde (14h) e ver o sol se pôr já uma hora depois me deixa meio depressiva, mas hoje particularmente não me afetou muito, já que nem sair da cama mais de 3 vezes eu saí.

Ainda não tô sentindo o comeeeeeço de mais um ano, talvez só dia 7, quando as aulas e a correria retomarem, mas enquanto isso a gente vai usando a fézinha pra ter mais 365 bons dias, né?
Dia acabou com mais The O.C., um pouco mais de Sorte e Ben&Jerry’s pra ser ainda mais feliz.
Enfim, é isso. Quem perguntou pelo Ano Novo aqui em Londres, pode conferir o quão lindo foi nesse link: http://www.youtube.com/watch?v=4e8vfRTsFU4
E as fotos postadas aqui foram praticamente todas do instagram (@thaiste).
Feliz 2013 pra todo mundo! e mais amor, por favor!

O fim do mundo visto de um Parque de diversões

Parque de diversões de inverno, diga-se de passagem!
Sexta-feira passada, do dia 21 de Dezembro (e até bem antes disso) rolava por todos os lados o boato de que esse 21/12/12 seria o tal dia do Fim do Mundo. Algo a ver com previsões Maias e seu calendário. Shame on you Mayas! O mundo, felizmente, não acabou masss caso acabasse, eu soube aproveitar direitinho mais uma sexta-feira especial.
Desde 2007 os fins de ano em Londres ficaram um pouco mais divertidos. O Hyde Park adotou para essa época de inverno a Winter Wonderland, um parque de diversões lindo, com tudo e mais um pouco que os outros parques normais oferecem. Esse é gigante, tem pista de patinação no gelo, algumas montanhas russas, elevador de queda livre, uma tirolesa que passa por cima dos brinquedos, lojas de doces, tendas de apostas e a melhor parte: muitos, muitos daqueles típicos restaurantezinhos de parque. Cachorro quente, crepe, waffle, pipoca e em alguns, até churrasco. Lá é bem conhecido também exatamente por causa disso, dá pra encontrar de tudo e alguns restaurantes são de outros lugares da europa, ou seja, você acaba comendo coisas típicas da Alemanha, Bélgica, Espanha, Itália… Um sofrimento para nós gordinhos em nossas dolorosas dietas.
Enfim, esse dia eu posso dizer que foi até agora o melhor aqui em Londres. Deu pra rir muito, brincar, comer, estar bem acompanhada e ser feliz! Fica aqui compartilhado algumas foto-lembranças desse dia 😀


Olha a gordinha aí gente!

Olha a gordinha aí gente!




Creepy, mas era só um cara passando na tirolesa haha.

Creepy, mas era só um cara passando na tirolesa haha.

Só um pouco cansada... Só um pouco

Só um pouco cansada… Só um pouco





SONY DSC

Enfim, é isso. Queria deixar isso registrado por aqui também.
Esse talvez seja o último post do ano, que por sinal acho que foi o melhor ano.
Desejo a todos tudo de bom no próximo! Amor, amor é o principal!
Feliz ano novo!

Fotos: Sony Alpha 380 😉
Instagram, kik e twitter: @thaiste

Sobre compras, Boxing Day e Quarta-feira!


FINALMENTE tirando a poeira daqui! Último post lançado foi dia 12 e foi só pra decidir qual seria o próximo assunto a comentar por aqui, decidi tudo através de uma enquete. Gostei disso! O resultado foi: com 56% das escolhas, quem saiu ganhando foi o post sobre compras! Atrás dele, com 24% ficou o post por vir (algum dia) sobre Quarto&stuff e em terceiro, com 19%, lugares em Londres que eu gosto e que as pessoas gostariam de conhecer/saber mais!

Desde a primeira semana de enquete quem saiu ganhando foi o assunto sobre compras que eu, e acho que todo mundo ama. Então pensei comigo, se esse assunto ganhar mesmo, vou esperar até o dia 26 pra postar no blog. O motivo? Não há dia melhor pra falar sobre compras, lojas ou tudo que envolva sacolas e roupas novas do que no famoso “BOXING DAY”. Essa semana me perguntaram o que era esse tal dia e eu expliquei que era tipo uma Black Friday, só que numa versão britânica e melhorada. Falei isso antes do dia acontecer, mas acertei em cheio. O Boxing Day acontece todo ano aqui em Londres (acontece também no Canadá, na Nova Zelândia e na Austrália) e começa sempre dia 26 de dezembro, sim, um dia depois do Natal. O Boxing day acreditem se quiser, é um feriado de origem medieval que para os religiosos, significa dia de St. Stephen, mas para os menos ligados, é o dia de aproveitar as liquidações nas principais lojas, que apresentam descontos de até 90% do preço original em roupas, eletrônicos e absolutamente todo o resto. Esse dia acaba durando uma semana e algumas vezes quando os estoques das lojas ainda não zeraram, vai até meio/final de Janeiro.

Pra mim, resumindo: no lugar certo, no dia certo haha.

Me pediram muito pra mostrar as compras que tenho feito por aqui por Londres durante todo esse tempo, só que não me senti muito a vontade pra abrir o guarda-roupa ou a mala e sair mostrando todas as aquisições, mas hoje resolvi abrir só uma brechinha e mostrar só algumas coisas resultantes do dia 26 na Oxford street e fazer algumas comparações.

Bom, quem lê aqui sabe que eu já falei da Oxford street inúmeras vezes, e vou falar de novo. Plena quarta de Boxing Day eu fui pra lá. Uma sorte? Os ônibus estavam funcionando, já que o Underground tava parado pelo feriado, o que causou um engarrafamento de ônibus + táxis + carros fora do normal, me fazendo levar mais de 45 minutos pra chegar onde eu queria. Quando cheguei, caí bem em cima da Office, acho que uma das lojas de sapatos mais conhecidas por aqui, tem em todo canto. O “70%” adesivado na vitrine, a chuva e minha paixão por sapatos me obrigaram a entrar nela.

Me impressionei com os preços por lá, tinha sapatilha linda por £7! Só não comprei porque não tinha meu tamanho. Nessa loja, a minha felicidade mesmo é parar em frente a parede de tênis, ah meu deus, é muito amor. Todos os Converse mais lindos do mundo, todos os Vans mais lindos do mundo e com edições especiais, todos os Perry mais lindos do mundo e todos os Lacoste mais lindos do mundo. Tive que me controlar muito pra não sair de lá com 5 sacolas de sapatos em mãos, já que eu ainda ia ter uma Oxford St todinha pela frente. E fiz certo! Comprei só um Vans que queria já fazia um tempinho e saí da loja. Depois dela foi a vez da Primark, logo ao lado e que tava um i-n-f-e-r-n-o de tão lotada. Bom, quem não conhece, vou resumir: Primark é a loja de departamento mais barata pra compras na Europa e tem muita muita coisa linda. Vende de tudo, sapatos, bolsas, todos os tipos de roupas e acessórios. Eu sempre que viajo, praticamente renovo meu guarda-roupa nela. Tem vezes que ainda prefiro ela do que a Zara ou H&M. Pra falar a verdade nem achei nada de interessante nessas duas. Mas aqui vai a dica: minhas lojas favoritas para roupas são Primark, Next, Topshop, Pull&Bear e Miss Selfridges. Todas são perfeitas, nem todas são tão baratas, mas estão sempre ao alcanço do nosso bolsinho brasileiro que costuma pagar uma fortuna numa pecinha que aqui custa o terço do preço. Entrar na Primark e passar algum tempo lá foi complicado, mas acho que valeu a pena. Sempre vale quando eu paro e faço as contas de quanto eu gastei. Costumo somar tudo e tentar transferir para o real. Sempre que faço isso penso “Gente, isso não é nem um terço do que eu gastaria no Brasil comprando tudo isso” e é sempre a mais pura verdade. No Brasil a gente acha que tem lojas de departamento legais e baratas, mas a gente acha isso só até conhecer as européias, que são boas, baratas e de qualidade.

Por exemplo, essas roupas daqui de cima foram algumas que saíram comigo de dentro da Primark. Na primeira, peças que comprei separadas por lá mas que acabaram virando um conjunto quando cheguei em casa. Na segunda foto, tá um vestidinho, uma das minhas compras favoritas. Nem costumo usar vestidos, mas quando vi esse não resisti! O preço? vou contar em segredo… £12.
Ouvi falar que quem converte não se diverte, mas essa teoria aí não atrapalha minha felicidade quando tô na Primark haha pelo contrário, sempre acabo rindo da conversão.
Pra mostrar mais o quanto é bom e barato fazer compras Londres, resolvi juntar alguns dos sapatos que comprei desde que cheguei por aqui.

Floral foi da Primark, antes tava por £7 mas comprei por £3. O rosinha foi da Topshop de £17 por £3, dá pra acreditar? O tênis Lacoste foi de £65 por £25. O de oncinha comprei por £28 um mês atrás, mas essa semana tava de £15 haha. Quem me conhece sabe a minha paixão por sapatos e principalmente tênis. Sempre falo pra minha mãe “Eu poderia ter só uma calça skinny e uma blusa social branca, mas eu queria ter um mundo de sapatos!”. Prefiro sapatos a roupas e isso é um problema quando se vive aqui em Londres, já que todo canto tem sapatos lindos por preços inacreditáveis.


A parte de sapatos das compras do dia 26 foram essas, o Vans que eu já comentei, comprado na Office, que eu tava atrás desde que fui ao show do Roger Waters em São Paulo no começo do ano e vi um cara usando. Preguei o olho e desejei desde então. Namoro com ele desde que cheguei aqui em Londres, que foi mais fácil de encontrar, mas acabei comprando mesmo só ontem, porque há umas 3 semanas atrás já tinha comprado um branco em couro, que eu precisava mais. O preço dos Vans aqui não mudam muito, são carinhos mesmo igual no Brasil, algumas vezes até um pouco mais, tem só que ter a sorte de algum dia encontrar eles em sale. A sapatilha vermelha é uma que eu também tava atrás há séculos no Brasil e nunca tinha encontrado uma simplezinha e confortável assim como essa que encontrei (também) na Primark, por £8!
Enfim, depois de sair da Primark foi a vez da Topshop, mas não me atrevi ficar lá por mais de 15 minutos. As roupas estavam baratas mesmo, mas só o que havia sobrado, e o lugar tava um formigueiro. Não rolou ficar por lá. Saí e fui direto pra Urban Outfitters, que eu também já falei por aqui pelo Blog o quanto eu a amo! A seção de livros que eu amo tava praticamente de graça, mas todos os livros que eu queria já tinham ido embora. Só que não deu tempo ficar triste, bastou dar 3 passos e ficar em frente a prateleira de Lomos. Como já falei, não sou fã, aliás, nunca tive uma, mas quarta-feira foi a minha vez de tentar mudar meus conceitos sobre o quão regressivo é ter uma lomo dessas. (Podem me julgar, é o que penso)
Encontrei a que eu achei linda e quis comprar desde a última vez que tinha passado pela loja. Não comprei de primeira porque era carinha e eu tava com medo de me arrepender, mas dessa vez não resisti, tava pela metade do preço. Comprei, nem tirei da caixa ainda, mas na pior das hipóteses, se eu não gostar, vai pra prateleira do meu quarto! De enfeite vai servir, porque linda ela é.

Enfim, pretendo fazer outro post sobre compras falando mais das lojas e o quanto vale a pena. Hoje foi mais voltado ao Boxing Day. Gostei muito e indico pra quem quer que passe o final de ano aqui. Vale os minutos de claustrofobia enfrentados dentro das lojas! Sem falar que acaba sendo divertido, a mulherada rindo pra não chorar, com 4923864 sacolas em mãos haha.
Próximo post vai ser sobre quarto, que muita gente vem pedindo desde o começo, mas se surgir algo em mente antes disso, postarei, já que agora finalmente tô com mais tempo livre. Continuem dando dicas e comentem se tiverem alguma dúvida. 🙂
Obrigada pelas mensagens carinhosas que tenho recebido pelo twitter e até no kik! (thaiste)

On the road – Sunday

“O pé na estrada eu vou botaar, que já tá na hora de irrrrr… Com um lindo horizonte e um céu azul, o que mais eu poderia pediirrr?”  ♪
Impossível falar sobre pegar estrada e não lembrar dessa música do Irmão Urso.

Sobre domingo, estrada, Bibury, casinhas, Oxford city, Stow-on-the-Wold, canecas, Stratford-Upon-Avon, Shakespeare birthplace, centro de londres, frio, pub e despedidas…

Nesse final de semana (domingo) finalmente fui na excursão que acabei perdendo semana passada, e só tenho uma (mentira, tenho um monte) coisa a dizer sobre isso: DEMAIS.
Logo pela manhã, as 7:20 (lê-se: ainda escuro) peguei o ônibus em direção a Oxford city (e outros), e a beleza da viagem começou logo nos primeiros quilômetros percorridos. Alguns poucos minutos de estrada fora de Londres já dava pra ver paisagens de encher os olhos d’água. Era tudo tão lindo que mesmo com o sono que eu tava, não consegui dormir. Não deu pra tirar muitas fotos também porque aqui nas estradas a gente chega a 120km/h brincando, ou seja, as fotos saíam todas borradas. Campos lindos e casas de campo maravilhosas só conseguiriam ficar mais bonitos ainda se tivéssemos com um céu azul e um arco-íris. Não demorou muito: o tempo começou a abrir, o sol apareceu um pouco e o restinho de chuva que ainda tinha formou um arco-íris gigante. Passei algum tempo pra acreditar no que eu tava vendo. Posso parecer besta, mas acho que a última vez que vi um arco-íris grande e lindo assim foi há uns 3 ou 4 anos. Na foto não dá pra ter noção alguma do lugar e da beleza de tudo, mas acho que já foi uma sorte grande ter conseguido tirar uma foto em que o arco com pote de ouro no final saísse visível o suficiente pra acreditarem em mim.

1 hora de estrada e chegamos em Bibury, primeira parada.

Ainda não achei um adjetivo que defina bem ou o suficiente o quão lindo e fofo esse lugar é. Não sei se esse lugar parece mais uma cidade de bonecas ou uma parte de Middle Earth. Parecia tudo de mentira, montado, plantações fakes e todo o resto, de tão inacreditável e aconchegante que a vila era. Difícil acreditar que tem gente que mora lá mesmo, que acorda com aquele visual e que vai dormir depois de jantar o que eles mesmos colheram. Mas ok, eu só acredito porque eu vi.

Não passei muito tempo lá, mas o lugar não é muito grande e as coisas seguem o mesmo padrão de beleza. Uns 25 minutos foram o suficiente pra tirar algumas fotos e nunca mais esquecer desse canto.

Mais algum tempo de estrada depois, foi a vez de Oxford.

Mais um lugar lindo, muita gente jovem e uma corrida de papai-noel. Cheguei lá e a primeira coisa que presenciei foi isso, umas 200 pessoas fantasiadas de papai noel e ajudantes de papai noel. Um tanto quanto diferente, deu pra rir um pouco, mas ok. Continuei o “tour” pela cidade e claro, também fiquei encantada. Conheci alguns estudantes e notei o quão orgulhosos eles são de estudarem lá só com uns 10 minutos de conversa. Quem não seria né? Lá estudo é coisa séria e foram precisos mais alguns minutos pra eu entender toda a burocracia que rola pra conseguir entrar lá. Não é qualquer um, not at all. Fiquei impressionada de ponta a ponta, desde a história da bata que eles usam ao meu tourzinho que a guia não parava de falar do Tolkien (<3). Uma coisa que eu não sabia e fiquei feliz em descobrir lá é que todo e qualquer livro publicado na Inglaterra, tem que ter o primeiro exemplar enviado para uma das maiores bibliotecas do mundo, a de lá, Bodleian Library. Ou seja, ela tem todos os livros que você um dia precisar e ainda a primeiro exemplar de todos os livros publicados em terras britânicas. E sim, exatamente, isso inclui todos os primeiros exemplares de escritos por JK Rowling, JRR Tolkien e C.S. Lewis. A guia mostrava tudo que era relacionado aos ” The Inklings”e toda vez que ela mencionava meu coracão disparava. Oxford foi berço de muita coisa que a gente gosta hoje em dia, realmente um paraíso para os amantes. Amei mesmo.

O frio que tava lá? de matar. Além dos 2 graus, qualquer lugar lá era corrente de vento. Não conseguia sentir os dedos, a ponta do nariz e nem as orelhas haha sofri mesmo. Uma blusa térmica, mais duas por cima, um sobre-tudo e botas não seguraram as pontas. Era quase um alívio quando entrava em lojas ou no ônibus. Mas enfim, antes frio do que calor né. Só mencionei isso porque tava complicado mesmo pra tirar as mãos do bolso e tirar mais fotos.

Próxima parada: Stow-on-the-Wold.
Parada de uma hora e meia pra dar uma volta pelas lojas e almoçar. Stow é uma cidadezinha ao redor de uma praça. Chegando lá dei de cara com a loja dos sonhos: uma loja SÓ de canecas. Socorro, passei praticamente todo o meu tempo de almoço só nela. Tinha uma seção do Toy Story, pelo amor de Deus gente. Me segurei MUITO pra não sair comprando uma de cada personagem, e consegui. Saí de mãos abanando (arrependimento sim ou claro?). Preciso parar com esse grande amor por canecas. Não tem mais lugar lugar na minha casa pra canecas. Eu tomo tudo nelas, até suco. Ah, e pra acabar comigo de vez, tinha uma seção só de canecas com pássaros estampados, a coisa mais linda do mundo. Dois amores juntos.

Pra almoçar, fui no localmente famoso “The Queen’s head”. Não sei se a minha pedida é que foi sem graça, ou se lá não tinha nada de demais mesmo.
Depois de Stow, a estrada era a caminho de Stratford-Upon-Avon, cidade em que Shakespeare nasceu. Como esperado, muito turista por lá, e com motivos. A casa onde Shakespeare nasceu e viveu parte de sua vida ainda tá lá, a própria. Claro que de original original mesmo o que sobrou é pouco, só fechaduras, alguns livros, baús, uma janela de vidro e outras coisinhas pequenas. Mas vale muito a pena visitar (óbvio, afinal um dos caras mais fodas do mundo nasceu e viveu lá né). Pode entrar na casa (só não pode tirar foto com flash ou tocar nas coisas), ouvir a história dele e da família dele contada por pessoas vestidas a caráter e ainda dá pra escolher uma obra de Shakespeare pra uns atores que trabalham lá encenarem (só um trecho, claro). Macbeth por exemplo, foi o mais escolhido. Foi rápido mas sei lá né, vai que absorvi um pouquinho da inteligência do cara haha. Fiquei feliz, o lugar é lindo, muito bem conservado, a história é muito bem contada e com certeza foi algo que eu nunca vou esquecer na vida. Dá até pra contar pros netinhos quando eles estiverem lendo o livrinho “Sonnets by Shakespeare” que eu comprei lá na lojinha oficial. Loja muito da carinha por sinal, mas não saí de mãos abanando. Comprei mais um bloquinho de notas pra mim e uma caixa de chocolates com quotes dele pra minha melhor amiga que assim como quase todos, também gosta e admira ele. Quem não?

Depois de todo o passeio turístico por lá, hora de voltar pra estrada. O caminho de volta é longo e o motorista falou que era melhor e mais bonito voltar antes do sol se pôr. Dito e feito, e o pôr do sol foi lindo como eu imaginei. 2 horas e meia depois de estrada. Lá estava eu: de volta ao centro de Londres. Crowded como era de se esperar, num domingo e no mês de natal. Todos resolveram fazer compras na mesma hora e lugar.

Só fui mesmo porque tinha o compromisso de encontrar com a Anna, uma das amigas mais próxima que fiz aqui, alemã que entrou comigo na Kaplan no mesmo dia, mas que veio pra passar menos tempo, então ia (foi) embora hoje (segunda). Combinamos de nos encontrar na Oxford Circus station e depois ir a algum pub por perto pra uma “despedida”. E assim também foi dito e feito. Demos umas voltas pela Oxford street e arredores, conversando e rindo de besteiras, eu, ela e um grupo de amigos procurando por um pub que não estivesse lotado e tivesse uma mesa grande o suficiente pro grupo todo ficar junto. Depois de umas voltas procurando, acabamos parando no “The green man pub”, que eu já conhecia e adoro. A pedida foi a mesma de sempre: hamburgão de de picanha com bacon e fritas. Gordo, mas vale a pena. Se alguém vier por Londres, tá indicado. Mesa lotada, muita conversa e algumas fotos. Espero um dia encontrar com a Anna de novo e ficar feliz em saber que ela conseguiu tudo que ela queria e tava indo atrás quando chegou aqui. 🙂

Depois de horas conversando, rindo, conhecendo gente nova e tirando fotos, hora de voltar pra estação e se despedir.
Dia foi puxado e eu não me sustentava mais em pé. Voltei pra casa e enfim pude descansar e falar com meus pais, tentando colocar em palavras o quão lindo eram os lugares que eu visitei. O dia valeu cada minuto e como sempre, consegui fechar com chave de ouro.
Enfim, é isso. Tô feliz por ter tido a oportunidade de ver tudo que vi e seria lindo se todos um dia tivessem a mesma, porque a beleza daquilo só é “acreditável” vendo.

Fotos: câmera pessoal e intagram (thaiste).

Young London


Depois de muito pedirem, resolvi falar sobre intercâmbio.
Não é nem que eu não queria falar disso, na verdade só não respondi antes todas as perguntas que fizeram porque eu sinceramente não entendia as dúvidas.
Tenho uma mania chata de achar que as pessoas vão agir igual a mim em certas situações e acho que foi isso que atrasou as mil respostas que respondem sobre agência, acomodação, why Londres and blablablá.
Eu, quando comecei com o interesse de estudar fora não esperei alguém vir me oferecer tudo de mãos beijadas. Eu fui atrás. Liguei pra uma agência, falei com o responsável pelos estudandes e ele sem eu pedir, me contou e mostrou todas as informações que eu precisava. Um leque de opções. Não vou mentir e dizer que fui tudo muito fácil. Não, é preciso um bom tempo pra decidir cada detalhe, algumas reuniões e uma big decisão pra tomar. Mas depois que você tem a certeza de pra onde você quer ir e o quanto você está disposta a pagar, o problema já tá resolvido em 50%.
Agora venhamos ao meu caso… Me perguntaram por qual agência eu vim e a resposta é: Experimento. Pra quem é de Fortaleza, ela é nova mesmo. Eu por exemplo, fui a primeira cliente (sério, fechei negócio e a loja nem tava aberta ainda, foi voto de confiança). E a agência recebeu mesmo meu selo de confiança e se pudesse, eu sairia indicando pra deus e o mundo. Pessoal lá cuida direitinho de mim haha.
Segunda pergunta mais lida: acomodação. Bom, eu tinha a opcão de ficar em residência estudantil, alugar um flat ou ficar em uma host-family. Eu escolhi a host-family e se tivesse que voltar atrás eu não mudaria minha escolha. Tive a sorte de cair numa família maravilhosa e numa casa linda . E a parte legal também é que eu não sou a única estudante de fora na casa, minha host-mother recebe até 3 estrangeiros, então a casa tá sempre cheia de gente e sotaques.

Sobre meu estudos: primeiro, tô fazendo curso de inglês na Kaplan Convent Garden. O meu primeiro mês é só curso normal, de conversação, pra colocar tudo que eu já sabia em prática e melhorar no que precisava. O segundo mês já é Business english, que acho que o nome já é auto-explicativo né? Já o terceiro mês, será de aulas preparativas para os testes TOEFL (Test Of English as a Foreign Language) e pro IELTS (International English Language Testing System) zzZZZzzzzZ.

Agora segundo, meu outros cursos. Bom, cursos da minha área (comunicação) eu vou fazer na University of the Arts of London (UAL). Vou fazer os cursos de layout e diagramação de revista, Product design, Creative writing e Set design for film and television.

Pra quem tiver interesse:  http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ToWLFz_s_AI

Enfim, qnquanto estiver fazendo esses cursos (que só começam em janeiro), vou ter meio “expediente” livre ou seja, vou começar um estágio. Já conheci uma pessoa que já me deu todas as dicas e informações pra isso, então assim será.

Sobre Londres, acho que nem sobra muito o que falar né? Quem conhece essa cidade dos deuses, não me pergunta por quê eu a escolhi. Pra quem não conhece, aos poucos eu mostro o quanto isso aqui é coisa de outro mundo.

Sobre o tempo (sim, recebi perguntas sobre o tempo), só tenho uma coisa a dizer sobre esse assunto nessa época do ano: frio. E outra, é o assunto que dá o que falar entre os britânicos. Eles estão falando sobre as previsões o t-e-m-p o-t-o-d-o. No metrô, na rua, em casa, na aula, no trabalho. Todo canto, toda hora, o tempo é assunto de muita conversa! Estranho, também acho, mas acaba virando impossivel não participar. Pra essa semana que vem por exemplo, já vi 4 previsões diferentes e nenhuma (diga-se de passagem) me agradou muito. Máxima de 7 graus pra semana intera, com tempo cinza, chuva, talvez neve e muito, muito vento, que é o que mata.

Enfim, falei disso tudo mais por desencargo de consciência, já que pediram tanto. Espero que tenha ajudado. Ah, e aos interessados em intercâmbio: vão atrás. Vale cada centavo e a experiência é única.

Ps. sou meio suspeita pra falar, já que amo viajar e independência, mas acho que é isso aí, vale tentar.

Fotos: todas tiradas do instagram mesmo (@thaiste)

I: Camden Town Market, Big Ben, Greenwich park, Hackney, Bethnal Green station.

II: Quarto (fileira), Kaplan, Underground.

Sobre segunda casa

Holborn, te amo. Acho que eu não teria conseguido um lugar melhor pra ter como minha segunda casa. Holborn fica no centro de Londres, perto da Oxford fucking street (♥), perto da University of the Arts London (onde em breve começarei meus cursos), tem seu próprio Underground e um mar de restaurantes por perto. Desde os mais alinhados até o que eles chamam aqui de “fast-eat” que são restaurantes com comidas prontinhas frias ou quentinhas (sopa no pote) em gôndolas só esperando para serem escolhidas + cafés, chás e aperitivos.

Fora os restaurantes (afinal, não penso só em comida), escolhi Holborn também por ter tudo que eu preciso por perto e por ser onde eu passo praticamente meu dia todo. Tem um Sainsbury’s e uma farmácia que eu amo, a Superdrug, que vende muito além de remédios e esses produtos de farmácias normais. Essa vende todo tipo de comésticos/maquiagens/produtos pra pele que dá pra imaginar, de praticamente todas as marcas, das boazonas até as mais baratinhas que aos poucos vou testando e notando que são tão boas quanto as outras. Mas os favoritos mesmo de Holborn ou onde eu passo maior parte do tempo (quando não estou na aula) ou consumo mais são esses três: Waterstones, Krispy Kreme e Eat.


Waterstones é uma livraria que “perfeita” ainda não define. Acho que se tem uma coisa que eu amo mais do que livros, são boas livrarias. E essa é bem isso, se eu tivesse mais  horas no meu dia, com certeza seriam pra ficar por lá. A parte ruim é: quanto mais tempo passo lá, mais coisas descubro que eu quero, ou seja, minha wishlist de livros já tá parecendo carta rolo de fã psicopata haha.

Krispy Kreme e Eat são a parte gorda (ou não) da história. Krispy Kreme é o canto do melhor donut do mundo. Ainda não escolhi meu favorito mas meu deus, aquele lugar é um pecado, sem mais. O Eat é um desses restaurantes rápidos, onde sempre vou na hora do meu break pra tomar um café ou um chocolate quente por causa da friaca. É onde também almoço (essa é a hora da compensação por ter comido donut), já que tem muuita opção pra quem prefere algo mais leve/light. Tem sopinha em potes, tem wrap bem leve, tem salada de frutas, mais um monte de coisas e meu chocolate quente favorito.

Enfim, queria deixar registrado em algum canto sobre meu novo lugar favorito e é isso 🙂